junho 20, 2011

junho 01, 2011


A essência do Fascismo e do Nazismo está no totalitarismo especificamente na noção de controlo total, ou seja, na ideia de que o Estado, e em última instância o Chefe-de-Estado, deveria controlar tudo e todos. Para isso a homogeneização da sociedade é fundamental.
Para controlar tudo e todos, o Nazismo instigava e exacerbava ao extremo o Nacionalismo, geralmente associado às rivalidades com outros países suposta ou realmente ameaçadores. A ideia de um inimigo externo extremamente poderoso é funcional unir a sociedade contra o "Inimigo Comum". O medo de um inimigo externo é funcional para aglutinar socialmente povos que até pouco tempo não se identificavam enquanto uma só nação, como foram os casos de países unificados apenas no século XIX (Alemanha e Itália). 
Entretanto, era necessário mais do que apenas o medo de um inimigo externo para conseguir atingir o Ultra-Nacionalismo e o Totalitarismo. Para isso era funcional criar "inimigos" internos, sorrateiros, subterrâneos, conspiratórios. Este papel de inimigo sorrateiro é destinado ao Comunismo e aos Comunistas como um todo na ideologia Fascista. O Nazismo acrescenta ao rol de "Inimigos" (Onde já estava o comunismo), minorias étnico-religiosas como "inimigas": Os Judeus em um primeiro momento, Ciganos e povos eslavos e Negros (Ainda que em pequeno numero). A partir disto é que se torna central o segundo pilar do Nazismo, e, a ideologia da superioridade racial ariana.

Depois desta pequena introdução, passarei a explicar pensamentos, relatos e histórias da atualidade.